RIR PRA NÃO CHORAR

Rir Para Não Chorar.
(Crônica No. 4.569 – Hoje, 15 de setembro de 2.026, terça-feira).

Um dia catastrófico para o Poder Judiciário, protagonizado por inquilinos do STF, gente pequena escolhida pelos critérios absurdos de viés político e ideológico, sem um pingo de pudor e de vergonha, que, pelo comportamento e pelo abrir da boca, mostram o que fazem no cargo que ocupam.

Com exceção de dois ou três, os demais são nocivos à lei, ao Poder Judiciário e ao STF.

É difícil, nesta hora, para quem vestiu a Toga e cumpriu com retidão os deveres do cargo, assistir e ouvir, através da imprensa, a uma sessão no STF que ficará registrada na história do Brasil como um dos momentos mais trágicos e sinistros, motivados por escândalos envolvendo alguns de seus integrantes por atos de corrupção.

E, quando Xandão é acusado, os seus cúmplices Gilmar, Dino e Zanin fazem estrepolias argumentativas para também incluir, nessa mesma rede, o André Mendonça, responsável por abrir publicamente o conteúdo dos autos do Banco Master, que enlameou alguns de seus pares.

Os três mosqueteiros do mal querem, porque querem, que também seja julgado, ao mesmo tempo, o Mendonça, por atos criminosos como relator dos inquéritos do Banco Master e do famoso engodo dos aposentados do INSS, que teria por intuito comprometer a reeleição do Luiz Ignácio e, via de consequência, favorecer o Flávio Bolsonaro.

Duas acusações distintas, mas os três embusteiros alegam que as provas de ambos os procedimentos estão ligadas, formando um mesmo liame, impondo, pela regra processual, a unidade dos julgamentos, para não ocorrerem decisões díspares.

Argumentos descabidos, por se tratarem de fatos distintos, mas, pelo andar da carruagem, é possível que prosperem, porque tudo pode acontecer naquele Tribunal.

Há dias tenho cinicamente editado nas minhas crônicas que “alguém” acabaria pedindo vista dos autos para postergar o julgamento.

Uma aberração foi o acusado, o Xandão, continuar participando do quórum, logo ele, o provável investigado, que inclusive votou pela unificação dos procedimentos, para ser julgado junto com o Mendonça.

Uma desmoralização sem precedentes.

Portanto, nem seria preciso aguardar o encerramento da sessão, onde até o “réu” votou se deve ou não ser aberto procedimento para apurar sua própria responsabilidade penal, para saber que o resultado final seria uma grande pizza.

É o fim da picada!

E não é de duvidar que, no final do final desse imbróglio todo, só o Mendonça perca o cargo.

O STF se transformou na própria Caixa de Pandora, com ofensas, voz alta, hipocrisias, mentiras, leviandades e sofismas, para prevalecer, no final, o pedido de vista dos autos, formulado pelo comunista e bufão Dino, para obstar o trâmite do procedimento contra o Xandão.

A sessão terminou como começou, sem nenhum resultado, ficando tudo como está na outrora respeitosa Casa da Justiça — o Supremo Tribunal Federal —, hoje transformada na Casa da Mãe Joana, com uma luz vermelha na porta de entrada…

“A sessão do STF foi palco de teatro de Chanchada, com atores vestidos de Toga, usando palavra chulas, gestos agressivos, e comportamentos impróprios no âmbito dos Tribunais do país. O Poder Judiciário e a Magistratura brasileira estão de luto. A Democracia está na UTI.
Essa a cara do país do PT do Luiz Ignácio!”

Édson Vidal Pinto

Adendo  meu: outro que merece parabéns!!!