NOTÍCIAS DO IRÃ

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Segundo informações que circulam dentro do próprio Irã, o número de mortos já ultrapassa 17 mil pessoas. Dezessete mil. Executadas, assassinadas, silenciadas. Homens, mulheres, jovens, idosos.

Um massacre contínuo, frio e deliberado.

O regime iraniano não quer justiça.

Quer velocidade.

Quer apagar provas.

Quer eliminar vidas antes que virem números oficiais.

Isso não é um governo.

É uma engrenagem de morte.

Uma das vítimas é Jalaleh Mahmoudi Azar, moradora de Mahabad, executada a tiros pelas forças de repressão durante os protestos de quinta feira à noite.

E como se o assassinato não bastasse, o regime ainda transformou o corpo em mercadoria.

Para devolver o cadáver à família, exigiu 1 bilhão de tomans. Uma taxa sobre a morte. Uma extorsão legalizada.

Quase sete mil dólares para permitir um enterro.

Eles matam.

Eles cobram.

Eles humilham.

E seguem chamando isso de Estado.

Agora a pergunta que escancara a hipocrisia global:

Onde estão as manifestações pelo mundo?

Onde estão as ruas cheias?

Onde estão os protestos em massa?

Onde estão os defensores de direitos humanos?

Onde estão as ONGs?

Onde estão os artistas engajados?

Onde estão os ativistas profissionais?

Para Gaza, há multidões.

Para slogans convenientes, há megafones.

Para 17 mil iranianos mortos, há silêncio.

Esse silêncio não é distração.

É escolha.

É cumplicidade.

Essa mulher é apenas uma entre milhares.

E cada dia de silêncio acrescenta mais nomes à lista.

Esse regime não pode ser reformado.

Não pode ser negociado.

Não pode ser relativizado.

Ele precisa desaparecer da face da Terra.

 

Fonte: Viva Israel 🇮🇱