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Archive for the ‘Textos’ Category

Normais, anormais, diferenças…

É minha opinião… respeito as demais e peço que respeitem as minhas… só isso.
Existem coisas que são normais… porque são vistas conforme deveriam ser.
Vamos ver se consigo explicar e ser clara, ok?
Existem coisas que só não são normais, porque não fomos acostumados com isso.
Como exemplo, fomos criados sabendo que um homem namora, fica noivo e casa com uma mulher – sexos opostos para formar uma família.
Isto é normal.
Já existia mas não era tão comum, um homem apaixonar-se por outro homem, uma mulher por outra mulher, namorarem e desejarem constituir uma família, porque um homem mais um homem, e uma mulher mais uma mulher, não podem procriar. Isto não é normal.
Mas, existe o normal e o não normal… são diferenças, e devem ser respeitadas e aceitas.
Porque um homem mais um homem, e uma mulher mais uma mulher, podem sentir amor, paixão, desejo… podem adotar uma criança sem pais ou rejeitadas, e isto não vai influir na vida de ninguém, a não ser na deles.
Eles deverão se respeitar, se amar, se aturar, se comportar dignamente, se ajudarem mutuamente, não traírem, cumprirem obrigações, terão direitos, tudo igualzinho ao homem casado com a mulher.
Então, já que eles serão os únicos responsáveis por suas vidas, vamos tentar respeitar e aceitar as pessoas como realmente elas são?
Jesus que era Jesus não condenou, nunca… pregava seus pensamentos, sua doutrina, e jamais obrigou alguém a segui-lo ou acreditar nele. Vivia rodeado de pessoas erradas, bandidos, prostitutas… ou vocês acham que homossexualismo não existia no tempo dEle? o que não existia eram meios de comunicação para ficar divulgando tudo ao mundo.
Como tentou repassar o Pastor Silas Malafaia, amamos as pessoas, mesmo que não concordemos com o que elas fazem.
Eu não namoraria uma outra mulher… já tive oportunidade para fazer isto quando jovem. Nunca me senti atraída por uma… acho bonita, admiro, respeito muitas, mas nunca pelo lado paixão, amor… acho que vocês me entendem não? Sempre gostei do sexo oposto… até pensei uma vez ser freira, mas logo comecei a namorar… rsrsrsrs
Não vamos confundir o que é anormal, errado, ou seja lá o nome que se dá ao que não é correto, com DIFERENÇAS.
E ademais das contas, cada um é responsável por seus atos, o que temos a ver com o que o outro faz ou deixa de fazer? quem vai pagar ou não pelos atos é quem os fez somente, não nós. Nós pagaremos pelos nossos e olha que já é de bom tamanho!!!!!!
Errado, anormal, é judiar de animais, brigar por religião, time de futebol…
Errado, anormal, é matar dizendo que é por amor…
Errado, anormal, é beber até ficar fora de si… roubar, estuprar, cometer barbáries em nome de religiões…
Errado, anormal, é praticar aborto, abusar de idosos, crianças… porque eles não podem se defender.
Errado, anormal, é NÃO AMAR.

COISAS DE ITALIANOS…

COISAS DE ITALIANOS
Interessante Comparação

Aprendemos a viver com os italianos e a programar a vida com os americanos. Contudo, os italianos crescem e morrem juntos com suas famílias, amigos e irmãos, enquanto os americanos crescem e morrem sozinhos, pois foram expulsos de suas famílias aos 18 anos e não aprenderam a conviver com o coração com seus pais, amigos e irmãos.
Vejam abaixo o que acontece no decorrer da vida.
Filhos Americanos: Saem de casa até aos 18 anos com total apoio dos pais.
Filhos Italianos: Saem de casa aos 35 anos, depois de poupar o suficiente para comprar casa e pagar duas semanas de lua de mel quando casarem… Mesmo assim, mantém um quarto na casa dos pais para os fins-de-semana.
Filhos Americanos: Quando a mãe os visita leva um bolo, os filhos servem café e eles conversam.
Filhos Italianos: Quando a mamma os visita, leva comida para 3 dias, lava e passa roupa, limpa e arruma a casa.
Filhos Americanos: Os pais sempre avisam quando vão visitá-los e isto acontece só em ocasiões especiais.
Filhos Italianos: Eles nunca sabem quando os pais vão aparecer às oito da manhã de sábado e começar a podar as suas árvores frutíferas. E, se não houver árvores frutíferas, eles plantam.
Filhos Americanos: Sempre pagam aluguel e procuram nas páginas amarelas quando precisam de algum serviço.
Filhos Italianos: Ligam para os pais e tios, pedindo o telefone de outros pais/tios que possam saber do serviço que eles precisam.
Filhos Americanos: Visitam os pais para comer um bolo com café – e fazem só isso, mais nada.
Filhos Italianos: Visitam os pais para tomar um café, comer bolo, antipasto, vinho, um bom prato de massa, carne, salada, pão, sobremesa, frutas, expresso e uns drinks após o jantar.
Filhos Americanos: Cumprimentam os pais com “Oi” e “Olá”.
Filhos Italianos: Cumprimentam os pais com um grande abraço, beijos e tapinhas nas costas.
Filhos Americanos: Tratam os pais por sr. e srª.
Filhos Italianos: Tratam os pais por mamma e babbo..
Filhos Americanos: Nunca viram os pais chorar.
Filhos Italianos: Choram junto com os pais.
Filhos Americanos: Devolvem o que pedem emprestado aos pais em poucos dias.
Filhos Italianos: Ficam com as coisas que emprestam dos pais por tanto tempo que os pais esquecem que são deles.
Filhos Americanos: Quando o jantar acaba vão para casa.
Filhos Italianos: Quando o jantar acaba ficam horas conversando, rindo ou simplesmente confraternizando.
Filhos Americanos: Sabem pouco sobre os pais.
Filhos Italianos: Podem escrever um livro sobre os pais.
Filhos Americanos: Comem sanduíches de manteiga de amendoim, geléia e pão de forma branco.
Filhos Italianos: Comem sanduíche de salame, queijo colonial, pão caseiro, crostoli, conservas…
Filhos Americanos: Deixam você para trás se é isto que a maioria está fazendo.
Filhos Italianos: Não lhe abandonam mesmo que a grande maioria ache normal abandonar.
Filhos Americanos: São amigos do momento.
Filhos Italianos: São amigos por toda vida.
Filhos Americanos: Gostam de Rod Stewart e Steve Tyrell.
Filhos Italianos: Gostam de Laura Pausini e Andrea Bocelli
Filhos Americanos: Vão ignorar esta mensagem.
Filhos Italianos: Vão repassar per tutti gli amici oriundi.

 

Desconheço o autor.

Mensagem para o ano de 2016

Amei, compartilho com todos porque é o que eu gostaria de escrever e estou completamente sem inspiração. Ela me deixou… por quanto tempo? não sei. É exatamente o que eu desejo… e gostaria de fazer acontecer comigo.

 

Neste fim de ano, desejos estranhos.
(Texto e desenho de Kau Mascarenhas)

Saiba que não sairão de mim, da boca pra fora, desejos pasteurizados, repetidos, com um sabor sem jeito e corriqueiro de café requentado.
Desejo a você o mesmo que desejo para mim, mas se prepare para ler aqui desejos estranhos.
E começo falando do que não quero pra nós: não nos desejo as tradicionais e bem comportadas Paz e Esperança.
Se a Paz for irmã da acomodação prefiro desejar-nos alguma inquietação. Um pouco de revolta e zanga com o que aí está não nos fará mal e ainda será bom pra cutucar aqueles que conosco se encontram.
A esperança já faz tempo que saiu da minha lista de desejos por fazer com que desistamos do agora em prol de algo que ainda chegará. Ela é a mãe do “no final ficará tudo bem”. Nos vicia na tolice de aguardar o tempo certo para que as coisas aconteçam, e nos condiciona a querer que as realidades mudem para que, a partir daí, passemos a gostar delas.
Assim, a esperança nos cega, e nos impede de ver que o tempo certo pode nunca chegar, ele precisa ser construído agora. As coisas não acontecem simplesmente. Nós as plantamos com a nossa vontade ou, na mesmíssima terra, as sepultamos com posturas de vítima. E assim o futuro deixa de existir ainda no nascedouro. E a vida é como é. Pessoas também. Não deixemos para amar a vida e as pessoas apenas quando se mostrarem do jeito que queremos que sejam.
Entretanto, é bom saber que temos poder transformador no mundo.
É o querer consistente, o planejar consciente e o agir perseverante que ajudam no surgimento do novo. Ou um desejo acidental, quem sabe? Mesmo sem garantias, é bom confiar e tocar em frente.
As realidades, por fim, não mudam se não mudarmos quem somos.
Portanto, nietzschianamente desejo a você e também a mim um pouco de desespero, e até de loucura. Eles têm poder transformador.
Mas só um pouco. Desespero demais poderia levar-nos à total descrença no amanhã e disso eu não gosto. Loucura em excesso nos levaria a uma desconexão doentia do que é o mundo. O que seria comedimento e excesso nesse âmbito? É você quem decide.
Sabe a ardência da pimenta, em demasia? Desespero e Loucura são assim. Tanto um como o outro podem viciar percepções e aniquilar qualquer possibilidade de sentir os outros sabores da vida.
Mas um desesperozinho, pequenino, não nos faria mal. E uma loucurazinha, em petisco, também seria interessante.
Tê-los em nós seria uma constatação inequívoca da nossa humanidade. Eles nos irmanariam com os que perderam o juízo, o senso de adequação e a temperança. Estaríamos no chão, no pó, com eles. Aterrissar também é preciso. Desesperado e louco é quem voa todo o tempo.
Muitos nos abraçarão esses dias e nos dirão “que todos os seus sonhos se realizem” ou “nunca desista dos seus sonhos”. Mas hoje eu cumpro o chato papel de falar diferentemente: não nos desejo a concretização de tudo aquilo que sonharmos.
Há sonhos que perdem o prazo de validade. Crescemos, mudamos, e alguns deles ficam esquisitos.
Desisto, sim, de alguns propósitos. Que bom se pudermos fazer isso neste fim de ano, como quem joga fora papéis velhos liberando espaço em gavetas ou como um crustáceo que para crescer se rasga, libertando-se de uma casca velha.
Descarto objetivos e metas com grande alegria quando noto que mantê-los seria teimosia ou inabilidade para considerar a importância do novo.
Vão embora junto com eles uma boa dose de certezas.
Desejo para nós, então, muitas dúvidas para o ano que começa.
Prefiro que caminhemos em frente escorregando no terreno das incertezas do que fiquemos congelados, com os pés presos no concreto firme de bobas convicções inalteráveis.
Entendo se você achar estranhos os meus desejos de Boas Festas e Feliz Ano Novo.
Compreendo até se você não gostar deles.
Mas quero que saiba que eles partem do coração de alguém que ama ser gente, com tudo o que gente tem.
Não querer para nós tanta paz e esperança, questionar a construção de sonhos, desejar um pouco de loucura e desespero, dúvida e incerteza, saiba, é atitude de amor.
As certezas e a perfeição que nos obrigamos a ter o tempo todo são atributos divinos, mas nós somos humanos.
Desejo para nós o melhor. E para mim, sendo pessoa e vendo você como pessoa, o melhor se confunde com o possível.
No Ano Novo viva o você possível.
No Ano Novo viva você.
No Ano Novo viva.

Kau Mascarenhas é palestrante, escritor, professor e consultor empresarial com formações completas em PNL e Coaching. É sócio-diretor do PRO-SER Instituto. Dedica-se ao Desenvolvimento Humano de forma integral: Corpo, mente, emoção, espírito. Realiza conferências, seminários e cursos em empresas de todo o Brasil. Saiba mais sobre seu trabalho e as novas turmas do seu curso presencial em Salvador:  http://www.proserinstituto.com.br/curso_basico.php